A Rede do Campo possui como missão fortalecer parcerias que proporcionem o desenvolvimento socioeconômico, sendo uma empresa competitiva no agronegócio, levando soluções e resultados para todos os clientes.

Com o intuito em aprender, ensinar, compartilhar ideias e conhecer outros modelos de gestão, entre os dias 29 de abril à 03 de maio a Rede do Campo visitou as sedes da Agro Força e Agro Real, em Santa Catarina.

Estiveram presentes o Gestor da Rede, Guilherme Amaral, Pablo Sousa (Rede do Campo Farmácia do Boi), Hamilton Vaz (Rede do Campo Sonho Verde), Roberto Augusto (Rede do Campo Pasto Bom), Marcio Rodrigues (Rede do Campo Rodrigues Agropecuária) e Ricardo e André (Escritório Consulforte de Contabilidade).

Durante a visita, os representantes participaram de reuniões e também puderam ver de perto as estruturas, armazenagens e processos utilizados pelas associações. Para Pablo Sousa, a viagem proporcionou uma visão de como as Redes, independentes de estarem em lugares diferentes, estão interligadas.

“Fizemos uma breve apresentação de nosso trabalho desenvolvido por estes anos como Rede do Campo e percebemos que nossa Rede tomou um caminho, inicialmente, voltado para a padronização das lojas, capacitação dos associados e colaboradores, desenvolvimento jurídico e de marketing, enquanto nossos novos amigos do Sul caminharam para o desenvolvimento mais comercial do negócio, colocando a central para funcionar e dando boas condições de negociação aos associados. Percebemos com muita clareza que neste momento eles começam a caminhar para o que nós desenvolvemos ao longo destes anos, e nós a caminhar para o que eles desenvolveram”.

Ainda de acordo com Pablo, a visita trouxe grandes benefícios. “Esse conhecimento adquirido por cada Rede, sem dúvidas, será uma troca muito positiva entre elas, facilitando os próximos passos de cada lado. Foram mais de três mil quilômetros rodados, uma grande bagagem de conhecimento e entusiasmo que trouxemos de volta e ótimos amigos criados naquela região tão rica em gentilezas, associativismo e produtividade”, finaliza.

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